Você já reparou que quando uma casa ou edifício têm problemas de estrutura ele aparenta sinais de rachadura ou começa a envergar? Pois bem, fazendo uma analogia com o nosso corpo, a coluna vertebral, responsável por manter nossa estrutura óssea, também apresenta sintomas quando algo vai errado. Um desse elementos é o desvio de coluna.

Essa disfunção, muito comum entre os brasileiros, apresenta sintomas evidentes tais como dificuldade ao sentar, dor interna ao se levantar e perda da mobilidade. Felizmente a quiropraxia consegue tanto prevenir o desvio de coluna quanto tratá-lo sem precisar de cirurgias e uso de medicamentos. Em poucas sessões, é possível ter as vértebras da coluna saudáveis de volta.

Para saber mais, acompanhe este artigo e conheça informações sobre o desvio de coluna e como a quiropraxia pode ajudar!

Como é a estrutura da coluna vertebral?

Para entender como acontece o desvio de coluna, devemos compreender, primeiramente, como se comporta a coluna vertebral. Conhecida também como espinha dorsal, a coluna humana é uma estrutura que, embora seja rígida, possui certa flexibilidade.

Da base do crânio à pelve, são distribuídos 33 ossos superpostos, as famosas vértebras. Elas funcionam como pecinhas que quando estão bem empilhadas garantem a firmeza e a constituição da coluna. Dividindo elas em pedacinhos, teremos 24 partes, os quais são 7 cervicais, 12 torácicas e 5 lombares. O restante chamamos de sacro e cóccix.

Existem vértebras que são móveis, o que garante que a coluna faça movimentos para a direita e esquerda, por exemplo. Outras vértebras são estáticas, as quais servem de apoio para toda a coluna vertebral.

Além disso, é importante ainda saber que entre as vértebras existe uma estrutura cartilaginosa, o disco intervertebral, e uma substância gelatinosa que o envolve. Assim como um carro que precisa de um bom amortecedor, a nossa coluna tem o disco intervertebral para impedir o atrito entre as vértebras. Dessa forma, é possível absorver impacto, aliviar a pressão que recai sobre as articulações e facilitar os movimentos da coluna.

Conhecidas essas características, ficou mais fácil de compreender como a coluna se torna o eixo central do esqueleto humano e o que caracteriza o desvio.

O que caracteriza o desvio de coluna?

Agora que você sabe sobre a estrutura da coluna vertebral, é fundamental entender qual curvatura caracteriza como desvio. Sabe-se que a coluna não é reta, como se fosse um cabo de vassoura. Ela tem curvaturas fisiológicas no pescoço, no tórax, na cintura e na bacia. Em conjunto, essas curvaturas juntas formam o popular S da coluna.

Inclusive, essa característica é uma adaptação natural do ser humano durante o seu desenvolvimento motor na história da evolução da espécie. Imagina se a nossa coluna fosse extremamente reta? Não teríamos condições agachar, levantar, rolar e fazer uma série de outros movimentos. Além do mais, esse formato da coluna é importante para manter o equilíbrio e aliviar a sobrecarga da gravidade sobre o corpo.

Até esse momento, temos a situação normal da coluna. O problema são as curvaturas patológicas. Essas, por sua vez, ocorrem quando existe uma redução ou aumento acentuado de uma ou mais curvaturas. Mas como assim?

Vamos imaginar que a nossa coluna é a parede de uma casa. Quando os tijolos dessa parede começam a sair de lugar, temos uma situação patológica. É mais ou menos o que acontece com a nossa coluna.

Em todo desvio que a coluna sofre, há o comprometimento de seu alinhamento, o que prejudica diretamente as múltiplas funções que a coluna desempenha e também atrapalha a saúde de todo corpo. Um exemplo de desvio é a escoliose, uma disfunção que pode provocar dor lombar.

Mas, para cuidar e prevenir esse problema, é importante entender como ele surge. A seguir, explicamos.

Como surge o desvio de coluna?

O surgimento do desvio de coluna pode ter motivos diferentes em cada ser humano. Há casos em que a origem é genética. Em outros, há anomalias congênitas. Há, ainda, as situações em esses problemas surgem ao longo da vida. Essas situações estão associadas a alterações na estrutura óssea, muscular ou dos nervos.

Entretanto, apesar de existir a possibilidade de o desvio ser motivado por situações que não estão sob o controle do ser humano, não se pode ignorar a contribuição que o estilo de vida têm sobre a curvatura da coluna.

Geralmente, obesidade, vida sedentária e até mesmo tabagismo podem criar as condições para o desvio de coluna. Afinal, quem engorda de maneira brusca e exagerada acaba forçando a coluna vertebral que até então tinha preparação para suportar determinado peso.

Ainda nesse contexto, os hábitos posturais inadequados também contribuem para o desvio de coluna. Estamos falando desde a prática de atividade física imprópria até a maneira de se sentar na cadeira. Essas e outras situações geram o mau uso rotineiro da coluna vertebral.

O resultado desse desleixo com a coluna é retirá-la da posição normal e comprometer as articulações. Assim, surgem os processos degenerativos da estrutura, tais como artrose e hérnia de disco.

Além dessas, também podem aparecer as alterações posturais, como a corcunda, por exemplo, e os pinçamentos sobre os nervos da coluna vertebral, os quais geram mais de 90% das dores nas costas.

Quais os sintomas do desvio de coluna?

Nem sempre a dor é o sintoma inicial de que algo está indo errado na sua coluna. Aliás, a dor já indica que o quadro está caminhando para algo mais problemático.

Isso porque antes dos quadros de dor, quando a nossa coluna vertebral sofre pequenos desalinhamentos, ela começa apresentar sinais mais brandos e que aparentemente não têm a ver com região da coluna. A seguir, alguns deles:

  • cansaço constante: quando a coluna está desequilibrada há um consumo de energia maior no organismo para balancear esse desvio;
  • dificuldade de respirar profundamente: um desvio nas vértebras torácicas pode interferir nas costelas durante uma respiração profunda;
  • sapatos gastos de forma desigual: isso comprova que há um desequilíbrio, fazendo uma perna ficar mais curta que a outra;
  • vontade de estalar o pescoço: essa sensação pode ocorrer porque áreas da coluna estão bloqueadas.

Esses sintomas podem ocorrer simultaneamente ou isolados. Há também uma gradação da intensidade desses sintomas de acordo como idade do paciente, a existência de degeneração e se a origem do problema é ou não congênito.

Como a quiropraxia pode tratar o desvio de coluna?

Quando se trata das questões que envolve a saúde da coluna vertebral, a quiropraxia pode trabalhar em duas vias: na prevenção e no tratamento. O acompanhamento constante com um quiropraxista permite evitar a formação das conhecidas subluxações, que são problemas de alinhamento das vértebras. Assim, não há desenvolvimento do quadro de desvio de coluna.

Se a coluna já apresenta sintomas patológicos, a quiropraxia também pode ajudar por meio do tratamento. Por meio das técnicas manipulativas nas articulações, sem utilizar medicamentos ou métodos invasivos, é possível normalizar o funcionamento mecânico e neurológico da região da coluna.

Ao trabalhar exatamente onde os desvios de curvatura acontecem, gradualmente, o quiropraxista move e corrige essas imperfeições. Em pouco tempo há a eliminação de sintomas de dor e inflamação, proporcionando uma qualidade de vida do paciente.

Essas foram algumas informações sobre o desvio de coluna. Diante da importância da coluna vertebral para saúde de todo o corpo, é importante encontrar profissionais especializados para garantir um bom tratamento.

Não se deixe enganar por massagens e métodos com pouca comprovação científica. Você pode perder tempo, dinheiro e retardar a solução para seu problema de coluna.

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