A quiropraxia é uma área da saúde que trabalha o relacionamento entre as estruturas do corpo — como a coluna, as articulações e os tendões — e o fluxo de informação comandado pelo sistema nervoso. O objetivo da técnica é liberar as entradas e saídas desse fluxo, mantendo a estrutura livre de dores e com boa função.

Sendo assim, o quiropraxista é o profissional ideal para tratar dores na cervical e na lombar, tensões musculares, problemas nas articulações, hérnias de disco, dores ciáticas e lesões por esforço repetitivo (LER). É preciso dizer, no entanto, que sessões isoladas não resolverão nenhum desses problemas.

É preciso que o paciente foque na continuidade de tratamento, e neste post vamos explicar melhor por quê. Continue lendo e confira tudo sobre o assunto!

Quais são os benefícios da quiropraxia?

Todas as funções motoras do corpo estão relacionadas à medula, estrutura que é protegida pela coluna vertebral. Assim, se houver qualquer trauma ou desvio, a medula sofrerá pressões e lesões, desencadeando dores e mal-estar. O mesmo princípio está relacionado às articulações do corpo.

Diante disso, para garantir a melhoria das dores e promover o bem-estar do paciente, o quiropraxista realiza ajustes — ou seja, manobras indolores e rápidas — que podem ser acompanhadas de estalidos. O objetivo é reduzir o desalinhamento na coluna vertebral, assim como das mais variadas articulações que estejam sobrecarregadas.

Esse alinhamento feito pelo profissional é capaz de oferecer ao paciente alívio das dores, relaxamento, melhora da comunicação do organismo, como um todo, e uma maior consciência corporal, o que é importante para evitar esforços excessivos e estabelecer limites.

Por que a continuidade de tratamento é tão importante?

O tratamento quiroprático é feito em várias partes. Na primeira consulta, é realizada uma avaliação completa do paciente, por meio de entrevista, observação dos exames de imagem e testes/manobras. Após isso, é feita a primeira sessão de ajustes, em que o profissional define quantas sessões serão necessárias na fase intensiva.

É importante salientar que após essa primeira consulta, o paciente já notará uma melhora no seu estado físico. Ainda assim, é preciso continuar as sessões para alcançar o máximo resultado e ainda sedimentar esses ganhos.

Fase intensiva

Essa etapa visa o alívio das dores e a redução de outros sintomas desconfortáveis, e a melhora aqui é progressiva. No início, é preciso que os ajustes sejam realizados com maior frequência (cerca de 1 a 3 vezes por semana). Além disso, é fundamental seguir as orientações do quiropraxista para garantir o sucesso do tratamento.

Fase de estabilização

Após a melhora completa dos sintomas, a próxima etapa serve para manter os ganhos da primeira. Afinal, é preciso fortalecer músculos, tendões e articulações para que os desvios não retornem. As sessões agora são feitas semanalmente ou com intervalos maiores, de cerca de 10 a 15 dias.

Fase preventiva

Quando a recuperação chega ao ápice, o paciente está liberado para realizar consultas de manutenção, que servem para evitar que o problema retorne e corrigir pequenos desvios de tempos em tempos (cerca de 1 consulta por mês, ou por semestre).

Enfim, entendeu por que a quiropraxia não é um tratamento feito em consultas avulsas? Como vimos, os avanços são feitos gradualmente, de sessão em sessão, o que exige paciência e respeito aos limites do corpo. Por isso, a continuidade de tratamento — assim como os bons hábitos orientados pelo profissional — são fundamentais para ter uma vida sem dores.

Gostou do post? Agora, se ficou interessado no tratamento com um quiropraxista, entre em contato conosco e faça uma avaliação!